Resposta direta: uma frota de bicicletas elétricas partilhadas dá aos teus residentes uma alternativa ao carro para se deslocarem todos os dias e, ao edifício, algo concreto para mostrar na sua narrativa de sustentabilidade: bicicletas com a sua marca à vista e dados de uso. A Cityflow põe a frota e opera-a; a tua equipa não compra nem faz a manutenção de bicicletas.
Este artigo trata só de como a bicicleta encaixa na parte ambiental da tua narrativa ESG. Como funciona o serviço, quem paga e quanto trabalho dá está no guia de bicicletas elétricas para flex living.
O que tem a mobilidade a ver com a sustentabilidade de um edifício?
Mais do que parece, embora se fale menos dela do que da energia. O impacto de um edifício não se mede só pelo que consome lá dentro: também conta como se deslocam todos os dias as pessoas que lá vivem.
Um edifício não decide como cada residente vai para o trabalho ou às compras. Decide, sim, que alternativas tem à mão desde o primeiro dia. É aí que entra uma frota de bicicletas elétricas incluída na estadia.
O que traz uma frota partilhada que um parque de bicicletas não traz?
Um parque de bicicletas só serve a quem já tem bicicleta. Em flex living, muita gente chega com uma mala para uns meses e não vai comprar uma bicicleta para esse tempo.
Uma frota partilhada está disponível desde o primeiro dia, para todos os residentes e sem que ninguém compre nada. E, por ser elétrica, também serve a quem não andaria numa bicicleta normal: pelas subidas, pela distância ou para chegar ao trabalho sem se cansar.
O que pode mostrar o edifício?
O que se vê e o que se pode comprovar. Quatro coisas:
- A frota, com a tua marca. Bicicletas com as cores e o logótipo do edifício na entrada. Estão em cada visita e em cada fotografia do edifício.
- Que é para todos. A bicicleta está incluída na estadia: não é um extra reservado a quem paga mais.
- Os dados de uso da tua frota. A Cityflow regista cada aluguer na sua plataforma. Pergunta à Cityflow que dados da tua frota podes ter e com que frequência.
- Os dados da rede. A Cityflow publica os seus dados da operação, com data de extração e metodologia, e com licença aberta: podes citá-los indicando a Cityflow como fonte.
O que convém não afirmar sem o medir?
Tudo o que não consigas demonstrar. Em sustentabilidade, um dado que não se pode comprovar tira mais credibilidade do que dá. Esta tabela separa o que podes dizer hoje do que precisa de um método e de uma medição própria:
| Podes dizê-lo hoje | Precisa de um método e de uma medição antes de o dizeres |
|---|---|
| O edifício oferece bicicletas elétricas partilhadas, incluídas na estadia | Quantos residentes deixaram o carro |
| As bicicletas levam a marca do edifício e é a Cityflow que as opera | Quantas emissões a frota evitou |
| Quantos alugueres teve a tua frota num período, com os dados que a Cityflow te der | Que meio de transporte concreto cada viagem substituiu |
| Na rede da Cityflow, a bicicleta é usada como transporte do dia, segundo os seus dados públicos | Que o edifício é mais sustentável do que outro por ter bicicletas |
A regra prática: descreve o serviço e cita dados com a respetiva fonte. Se quiseres afirmar um impacto, mede-o antes com um método que consigas explicar.
O que dizem os dados sobre como se usam as bicicletas?
Que se usam como transporte durante o dia, não como passeio de uma hora. Em toda a operação de alojamentos da Cityflow (hotéis, residências e flex living):
- A duração mediana de um aluguer é de 8,3 horas.
- A faixa horária com mais devoluções é das 19:00 às 21:00.
Ou seja, a bicicleta sai de manhã e volta ao cair da tarde. São dados de toda a rede, não de um edifício concreto. Tens a metodologia nos dados da operação.
Quem trata de que a frota continue a funcionar?
A Cityflow. Uma frota parada não traz nada a nenhuma narrativa de sustentabilidade. A manutenção, as reparações, o carregamento, o seguro, o GPS e o apoio ao residente na língua dele são da Cityflow; a tua equipa não toca numa bicicleta.
As bicicletas da Cityflow estão feitas para uso partilhado: dormem fora, levam GPS e cadeado inteligente, e têm seguro.
Onde encaixa na tua comunicação?
Onde já falas de sustentabilidade, com o mesmo critério: o que se vê e o que se pode comprovar.
- No site e na visita, com as bicicletas à vista e com a tua marca.
- No teu relatório de sustentabilidade, se o publicares, como um serviço de mobilidade para os residentes, com os dados de uso que tiveres.
- Na informação para proprietários ou investidores, com as mesmas frases e as mesmas fontes que no relatório.
Se quiseres ver como o fez uma marca de flex living, tens o caso da Be Casa by Greystar.
Como se começa?
- Fala à Cityflow do teu edifício: cidade, número de unidades e data de abertura, se ainda não abriu.
- A Cityflow propõe-te com quantas bicicletas começar e a mensalidade.
- Decide desde o início que dados de uso queres acompanhar e pergunta-o à Cityflow.
- A frota chega com a tua marca e, a partir daí, a operação é da Cityflow.
Tens o serviço completo em bicicletas elétricas para flex living. Se quiseres vê-lo com o teu edifício, fala com um comercial.
Perguntas frequentes
A mobilidade dos residentes conta para a sustentabilidade de um edifício?
Sim. O impacto de um edifício não se mede só pelo que consome lá dentro: também conta como se deslocam todos os dias as pessoas que lá vivem. Uma frota de bicicletas elétricas incluída na estadia dá-lhes uma alternativa ao carro desde o primeiro dia.
O que pode mostrar um edifício de flex living sobre as suas bicicletas?
A frota com a sua marca à vista, que o serviço está incluído para todos os residentes, os dados de uso da sua frota que a Cityflow regista e os dados públicos da rede da Cityflow, que se podem citar indicando a Cityflow como fonte.
Posso dizer quantas emissões evita a frota do meu edifício?
Só se o medires antes com um método que consigas explicar. Hoje podes afirmar que o edifício oferece bicicletas elétricas incluídas na estadia e citar os dados de uso com a respetiva fonte.
Quem faz a manutenção da frota?
A Cityflow: manutenção, reparações, carregamento, seguro, GPS e apoio ao residente na língua dele. A equipa do edifício não toca numa bicicleta.
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