Bicicletas em flex living: contrato e regras · Cityflow
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BlogFlex living

Bicicletas elétricas em flex living: o que pôr no contrato e nas regras do residente

22 de outubro de 20265 min de leiturapor Vincent Wille-Baumkauff, cofundador da Cityflow
Duas pessoas junto às suas bicicletas elétricas Cityflow num parque com palmeiras

Resposta direta: em flex living a bicicleta paga-a o edifício, por isso apresenta-a como um serviço incluído, tal como o wi-fi. Basta uma linha no contrato que remeta para as regras da casa, umas regras de uso curtas e umas boas-vindas que digam onde estão as bicicletas.

Vale tanto para uma estadia de um mês como para uma de um ano: o que muda é o momento em que o contas ao residente. Como funciona o serviço e quem paga está no guia de bicicletas elétricas para flex living. O que se segue são ideias práticas, não aconselhamento jurídico: revê o texto final do teu contrato com o teu advogado.

É preciso pôr a bicicleta no contrato?

Não é obrigatório, e a forma de o refletir decides tu. Mas convém mencioná-la, por três motivos:

  • Ninguém a descobre por acaso ao fim de três meses. O que está no contrato, o residente sabe que tem.
  • Fica claro que é partilhada. É um serviço do edifício, não uma bicicleta atribuída a cada residente.
  • Podes remeter para as regras de uso, que mudas quando for preciso sem mexer em contratos assinados.

O terceiro é o importante. No contrato, o mínimo. O detalhe, nas regras da casa.

O que vai no contrato e o que vai nas regras?

TemaNo contratoNas regras da casa
Que há bicicletasQue o edifício oferece bicicletas elétricas partilhadas, sujeitas a disponibilidade, como serviço incluídoOnde estão
Quem pagaIncluídas na estadia, sem custo à parte—
Quem as operaUm fornecedor externo, a CityflowA quem escrever se algo falhar
Onde se devolvemRemete para as regrasA zona exata de estacionamento do edifício
Se uma bicicleta não voltarRemete para as regrasAs consequências que o edifício fixar
AlteraçõesO edifício pode mudar o número de bicicletas ou as regrasA versão em vigor, com a respetiva data

Dois pormenores práticos. Se o teu contrato ou a tua política de privacidade enumeram os prestadores de serviços do edifício, acrescenta a Cityflow. E as consequências de não devolver uma bicicleta, combina-as connosco antes de as escreveres, para que o que puseres se possa cumprir.

Que regras evitam que as bicicletas fiquem fora?

É a dúvida mais habitual em edifícios partilhados: o residente que deixa a bicicleta fora do edifício para a ter à mão no dia seguinte. Estas cinco regras, escritas assim, curtas, resolvem isso:

  1. No fim, a bicicleta volta ao edifício, à sua zona de estacionamento. «Ao lado» não conta.
  2. Não sobe para a casa nem se guarda numa arrecadação.
  3. É partilhada: quando não a usas, é de outro residente.
  4. Se não a puderes devolver, por uma avaria ou pela bateria, escreve à Cityflow antes de a deixares em qualquer sítio.
  5. De bicicleta, aplicam-se as regras de trânsito da cidade.

O que não tens de fazer é procurar bicicletas. Levam GPS e têm seguro: sabemos onde está cada uma, mesmo que esteja fora do edifício. Se uma não voltar, somos nós que a procuramos, não a tua equipa.

E se não houver bicicleta quando o residente a quiser?

Pode acontecer: são partilhadas e há horas em que o edifício inteiro sai ao mesmo tempo. Por isso convém escrever «sujeitas a disponibilidade» no contrato em vez de prometer uma bicicleta por residente.

Se acontecer muitas vezes, avisa-nos. O número de bicicletas não é fixo: se não chegarem, juntamos mais. Para começar com um número razoável, diz-nos quantas unidades tem o edifício e que estadias ofereces.

O que muda entre uma estadia curta e uma longa?

No serviço, nada: paga o edifício e o residente usa as bicicletas enquanto lá vive. Muda quando e como lho contas:

  • Antes de chegar. No e-mail de boas-vindas, com uma fotografia das bicicletas. Nas estadias longas, também no contrato.
  • No primeiro dia. Mostra-lhe onde estão. Numa estadia de um mês, a primeira semana é um quarto da estadia: se não as conhecer no primeiro dia, quase não as vai usar.
  • Durante a estadia. Nas longas, um lembrete quando mudarem as regras ou a zona de estacionamento. Quem chegou há seis meses não relê as boas-vindas.
  • Ao sair. Lembra-lhe que deixe a bicicleta no edifício antes de entregar as chaves.

Como o contas nas boas-vindas?

Uma mensagem curta e na língua do residente. Por exemplo:

«A tua estadia inclui as bicicletas elétricas do edifício. Estão em [zona de estacionamento]. Usa-as para te deslocares pela cidade e, no fim, deixa-as no mesmo sítio. Se algo falhar, escreve à Cityflow, que faz a manutenção: respondem-te na tua língua.»

Põe o mesmo num cartaz junto às bicicletas, para quem chega a meio do mês e não leu o e-mail. E se à noite só houver alguém na portaria, que saiba duas coisas: onde fica cada bicicleta e que, se houver um problema, o residente escreve à Cityflow.

O fim da tarde importa. Em toda a nossa rede de alojamentos, a duração mediana de um aluguer é de 8,3 horas e a faixa horária com mais devoluções é das 19:00 às 21:00: a bicicleta usa-se durante o dia e volta ao cair da tarde. Tens os números, com a respetiva metodologia, nos dados da operação.

Como se começa?

  1. Falas-nos do teu edifício: cidade, número de unidades, tipo de estadias e data de abertura, se ainda não abriu.
  2. Propomos-te com quantas bicicletas começar e a mensalidade.
  3. Acrescentas a linha ao contrato, as regras e a mensagem de boas-vindas. As tabelas deste artigo servem-te de ponto de partida.
  4. Pomos as bicicletas com a marca do teu edifício. A partir daí, a operação é nossa.

Tens o serviço completo em bicicletas elétricas para flex living. Se quiseres vê-lo com o teu edifício, fala com um comercial.

Perguntas frequentes

É obrigatório incluir as bicicletas no contrato do residente?

Não. A forma de o refletir decides tu. O mais prático é uma linha no contrato que as mencione como serviço incluído e o detalhe nas regras da casa.

O residente paga alguma coisa?

Não. Paga o edifício, com uma mensalidade à Cityflow, sob consulta. Para o residente é mais um serviço da estadia.

O que acontece se um residente não devolver a bicicleta ao edifício?

As bicicletas levam GPS e têm seguro: somos nós que a procuramos, não a tua equipa. As consequências para o residente fixa-as o edifício nas suas regras; combina-as antes com a Cityflow.

Muda alguma coisa entre estadias curtas e longas?

O serviço, não. Muda o momento em que lho contas: antes de chegar, no primeiro dia e, nas estadias longas, sempre que mudarem as regras.

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